A Escola Portuguesa de Díli participou, com grande entusiasmo, no Desfile do Oceano 2026, realizado no dia 5 de junho, no âmbito das comemorações do Dia Nacional do Mar e do Dia Internacional dos Oceanos, promovidas pelo Ministério do Turismo e Ambiente. O grupo de alunos participantes apresentou um colorido cardume de sardinhas, inspirado na cultura portuguesa, uma vez que o mês de junho, em Portugal, está tradicionalmente associado às sardinhas e às Festas dos Santos Populares. As sardinhas foram decoradas com elementos da cultura timorense, simbolizando a união entre Portugal e Timor-Leste através da arte, da criatividade e da partilha cultural. A Escola Portuguesa de Díli agradece o convite para integrar esta iniciativa, que constituiu uma excelente oportunidade de interação com a comunidade. O evento contou com a presença de várias individualidades do Governo de Timor-Leste, reforçando a sua relevância institucional e social. A participação da EPD permitiu ainda evidenciar o compromisso da escola com a proteção dos oceanos e a sensibilização para desafios ambientais como a pesca excessiva, a poluição marinha e a necessidade de preservar a biodiversidade marinha. H´au nia tasi! H´au nia timor! #KaravanaOseanu2026 #OceanDay #ProtecaoDosOceanos #EducacaoAmbiental #CulturaPortuguesa #CulturaTimorense #PNA #ProjetoCulturaldeEscola #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste #escolaazul
No dia 2 de junho, a Escola Portuguesa de Díli recebeu a visita de uma equipa de jovens da Economia Azul, do Gabinete das Fronteiras Terrestres e Marítimas, que dinamizou uma atividade educativa dirigida a todas as turmas do 3.º ano, no âmbito das comemorações da Semana Nacional do Oceano em Timor-Leste. Através de jogos, vídeos, desafios e momentos de partilha, os alunos tiveram a oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos sobre a extraordinária riqueza marinha de Timor-Leste. Ao longo da sessão, exploraram diferentes espécies que habitam os oceanos, como as tartarugas marinhas, os peixes e outros organismos fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos. A atividade permitiu ainda compreender a importância do oceano para a vida no planeta, destacando o seu papel na alimentação, na saúde, na economia e na preservação do equilíbrio ambiental. Foram igualmente abordados os impactos da poluição e de outras ações humanas nos ecossistemas marinhos e nas comunidades que deles dependem. Mais do que transmitir conhecimentos científicos, esta iniciativa procurou despertar nos alunos uma maior consciência ambiental, incentivando-os a refletir sobre os desafios existentes nas suas comunidades e sobre a responsabilidade individual e coletiva na construção de um futuro mais sustentável. Ao promover valores de respeito pela natureza, preservação ambiental e cidadania ativa, a atividade contribuiu para formar jovens mais conscientes e comprometidos com a proteção dos recursos naturais de Timor-Leste. A Escola Portuguesa de Díli agradece à equipa da Economia Azul pela disponibilidade, empenho e dedicação demonstrados. O entusiasmo, a curiosidade e a participação dos alunos evidenciaram o sucesso de uma iniciativa que reforça a importância da educação ambiental na formação das novas gerações. #EconomiaAzul #SemanaNacionaldoOceano #Oceanos #Sustentabilidade #EducaçãoAmbiental #VidaMarinha #PNA #ProjetoCulturaldeEscola #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
No dia 2 de junho, realizou-se, no Hotel Timor, uma Tertúlia Literária dedicada à obra Hotel Timor, de Luís Cardoso, promovendo um encontro intergeracional de reflexão, partilha e valorização da literatura e da história de Timor-Leste. A iniciativa contou com a participação da comunidade educativa da Escola Portuguesa de Díli e decorreu num espaço de grande significado histórico e simbólico para o país. O programa integrou a participação online do escritor timorense Luís Cardoso, que partilhou com os presentes algumas reflexões sobre a sua obra e o processo de criação literária. Dando vida às páginas da obra, o programa incluiu uma visita guiada ao atual Hotel Timor (antigo Hotel Mahkota), conduzida pelo jornalista António Sampaio. A sessão contou ainda com um pequeno apontamento teatral, leituras de excertos do livro realizadas por alunos do 11.º ano da EPD, proporcionando momentos de grande expressividade e envolvimento. A componente cultural foi enriquecida por momentos musicais interpretados pela Banda da EPD, que contribuíram para criar um ambiente de proximidade e celebração da arte. Mais do que um encontro literário, esta tertúlia constituiu um momento de diálogo entre gerações, vozes e memórias, reforçando a importância da literatura como veículo de conhecimento, reflexão e preservação da memória e da identidade cultural. #Literatura #Leitura #LuísCardoso #HotelTimor #Cultura #Património #Memória #PNA #ProjetoCulturaldeEscola #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
No passado dia 1 de junho, a Escola Portuguesa de Díli assinalou o Dia Mundial da Criança com uma atividade muito especial, realizada na Embaixada de Portugal em Timor-Leste, contando com a colaboração imprescindível do Centro Cultural Jorge Sampaio, que gentilmente disponibilizou o espaço para a concretização desta celebração. A iniciativa reuniu todas as turmas do 1.º Ciclo do Ensino Básico, do 1.º ao 4.º ano, proporcionando às crianças um dia inteiramente dedicado ao convívio, à diversão e à valorização da infância. Ao longo da jornada, os alunos participaram em diversas atividades lúdicas e recreativas, assistiram a curtas-metragens, desfrutaram de um agradável lanche-convívio e registaram momentos especiais através da fotografia. Os jogos e as dinâmicas desenvolvidas permitiram fortalecer os laços de amizade, estimular a cooperação e reforçar o espírito de entreajuda entre as crianças. Mais do que uma simples comemoração, este foi um momento de celebração dos direitos, interesses e bem-estar das crianças, reconhecendo a importância de lhes proporcionar ambientes educativos seguros, acolhedores e promotores da sua felicidade e desenvolvimento integral. O balanço da atividade foi extremamente positivo, ficando marcado pelos muitos sorrisos, pela alegria contagiante e pelas memórias felizes construídas ao longo do dia. A Escola Portuguesa de Díli continua, assim, a reforçar o seu compromisso de construir diariamente uma escola onde cada criança se sinta respeitada, ouvida, valorizada e capaz de alcançar o seu melhor. #DiaMundialdaCriança #InfânciaFeliz #Educação #Crianças #ComunidadeEducativa #PlanoNacionalDasArtes #PNA #ProjetoCulturaldeEscola #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, os grupos do pré-escolar da Escola Portuguesa de Díli viveram um dia repleto de diversão, descoberta e momentos inesquecíveis no Parque de Diversões Dakings. Entre escorregas, túneis, piscinas de bolas, trampolins e percursos de obstáculos, as crianças exploraram cada espaço com entusiasmo e curiosidade, participando em inúmeras atividades que proporcionaram experiências únicas de brincadeira e convívio. Ao longo do dia, correram, saltaram, treparam e aventuraram-se em novos desafios, sempre acompanhadas por sorrisos, gargalhadas e muita energia. Mais do que um momento de diversão, esta iniciativa constituiu uma oportunidade para promover o desenvolvimento de competências motoras, sociais e emocionais, através da brincadeira livre e da interação com os colegas. Cada descoberta, cada conquista e cada momento de partilha contribuíram para fortalecer laços de amizade e criar memórias felizes. Porque brincar é uma parte essencial do crescimento saudável das crianças, este dia especial permitiu celebrar a infância da melhor forma: com alegria, imaginação, movimento e felicidade. Foi, sem dúvida, uma jornada marcada pela diversão, pelo entusiasmo e pela magia de ser criança. #DiaMundialDaCriança #EducaçãoPréEscolar #AprenderABrincar #InfânciaFeliz #BrincarÉAprender #PNA #PlanoNacionalDasArtes #ProjetoCulturaldeEscola #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
O grupo P3C do Pré-Escolar e a turma do 1.º D da Escola Portuguesa de Díli desenvolveram o projeto “Cantigas de Roda – De geração em geração”, uma iniciativa de articulação e intercâmbio que teve como principal objetivo resgatar, preservar e valorizar as cantigas tradicionais que marcaram a infância de pais, avós e outras gerações. Ao longo do projeto, os alunos trabalharam em conjunto na construção de um livro dedicado às cantigas de roda, reunindo temas tradicionais como O Bom Barqueiro, Os Olhos da Marianita, O Sapo Não Lava o Pé, Indiozinhos, A Caminho de Viseu, As Pombinhas da Catarina, Oliveirinha da Serra e Dom Solidon. Numa verdadeira partilha de saberes e experiências, os alunos do 1.º ano assumiram a responsabilidade pela escrita das cantigas, enquanto as crianças do grupo P3C deram vida ao projeto através dos trabalhos de expressão plástica e da aprendizagem das músicas, enriquecendo cada página com criatividade, cor e imaginação. Para tornar este momento ainda mais especial, as crianças participaram trajadas a rigor, recriando o ambiente tradicional associado às cantigas de roda e conferindo um encanto adicional às apresentações realizadas. O projeto culminou num encontro muito significativo, durante o qual os dois grupos cantaram, dançaram e vivenciaram juntos estas tradições populares, promovendo a expressão musical, a cooperação, o convívio e o fortalecimento dos laços entre diferentes níveis de ensino. Pela riqueza das aprendizagens proporcionadas e pelo entusiasmo demonstrado por todos os participantes, esta experiência revelou-se um verdadeiro sucesso, deixando já o desejo de dar continuidade ao projeto através da criação de um segundo livro no próximo ano letivo. #CantigasDeRoda #PatrimónioCultural #TradiçõesPopulares #EducaçãoPréEscolar #PrimeiroCiclo #AprenderComArte #PNA #ProjetoCulturaldeEscola #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
Na tentativa de destruir a identidade do povo timorense, a longa e violenta ocupação indonésia levou ao desaparecimento de uma grande parte do património físico, mas não a identidade do povo, o seu verdadeiro património. No dia 10 de março, entre as 9h00 e as 13h00, realizou-se, na Biblioteca da Escola Portuguesa de Díli, uma atividade envolvendo alunos do 12.º ano, que tiveram a oportunidade de entrevistar personalidades marcantes da história e da vida pública timorense, durante a palestra “O Longo Caminho para a Liberdade”, que contou com a presença do ex-Presidente da República, Taur Matan Ruak, bem como do Dr. Vicente Soares Faria, do Dr. José Francisco da Silva Freitas Soares e de D. Pascoela Pereira, funcionária da escola. Esta palestra foi um momento de memória, reflexão e partilha sobre o percurso histórico de Timor-Leste, promovendo o diálogo entre gerações, com o intuito de entender a razão por detrás do desaparecimento de grande parte do património histórico. Quem andar pelas ruas de Díli, bem como pelas demais vilas e cidades de Timor-Leste, constatará, rapidamente, o reduzido número de edifícios antigos; foi a partir desta constatação que nos lembrámos de questionar o seu porquê? Ou seja: Porque é que em Timor-Leste, um país outrora colonizado por Portugal, e que foi sofrendo outras ocupações na sua história recente (ocupação japonesa durante a II Guerra Mundial e indonésia, entre 1975-1999), não há uma grande variedade de edificações antigas? Sabemos que a presença japonesa, e para além de ter levado à morte mais de 40 mil timorenses, terá sido, de igual modo, responsável pela danificação de muito do património então existente. Dito isto, foi necessário, ainda, encontrar uma resposta mais cabal, até porque, se nos transportarmos para outras realidades coloniais portuguesas, sabemos que aí é possível encontrar um grande número de vestígios da duradoura presença lusa; sobretudo aquelas em que a presença colonial teve uma duração similar à timorense, como Angola, Moçambique, Cabo-Verde ou São Tomé e Príncipe, de onde a potência europeia sairia, em definitivo, e tal como em Timor-Leste, no ano de 1975. Há, ainda, o paradigmático caso de Macau, colónia portuguesa até 1999, e que contou, tal como Timor, com uma reduzida presença, tanto em número de colonos, como em investimento económico devido, sobretudo, à sua grande distância de Portugal, e que tem, até hoje, imenso património dessa época. A presença portuguesa em Timor-Leste remonta ao século XVI, quando foram estabelecidos os primeiros contactos na região, dando início a um longo período de colonização. Ao longo de mais de quatro séculos, Portugal deixou marcas profundas na cultura, na língua e nas instituições timorenses, visíveis ainda hoje no uso do português como língua oficial e na forte influência do catolicismo. No entanto, onde está o património físico que comprove todos esses séculos de ocupação? Assim, e de forma a responder a esta questão, os alunos começaram por elencar alguns dos edifícios ou estruturas que chegaram aos dias de hoje: seja o Monumento de Lifau e as ruínas de Fatu-Suba (antiga fortaleza e prisão) no enclave de Oecusse, seja o antigo Forte Militar de Balibó, ou a Prisão de Aipelo, em Liquiçá, as pousadas de Maubisse e Baucau, o Palácio de Lahane, o Palácio do Governo (antigo palácio do governador), a Casa Europa, a Igreja de Santo António de Motael e o antigo Mercado Municipal, em Díli; para além destas edificações há, ainda, alguns monumentos coloniais comemorativos de datas relevantes, como aquele que está em frente ao Palácio do Governo, construído em 1960 para comemorar o quinto centenário da morte do Infante D. Henrique e que simboliza a presença portuguesa em Timor-Leste. Feito esse levantamento, e mesmo sabendo que havia pouco investimento, por parte de Portugal, e que Timor era mantido mais como um símbolo da narrativa de um Portugal pluricontinental que servia para acalentar o ego de um regime que se ia desmoronando, do que como uma colónia efetiva, os alunos não estavam ainda convencidos de que esse facto, por si só, justificasse a existência diminuta de património físico histórico. Foi nesse contexto que se organizou a referida palestra, com a participação de protagonistas da história recente do país — quem melhor do que estas figuras para explicar a escassez de construções antigas em Timor-Leste? Nesse sentido, quando questionado sobre como era nascer numa colónia, Taur Matan Ruak afirmou que a Díli do final da década de 1950 e dos anos 60 em nada se compara com a atual: “Nessa altura, Díli tinha apenas cerca de 15 mil habitantes e era uma cidade constituída por campos, por todo o lado, não era como hoje, que é uma cidade grande e com mais de 300 mil habitantes.”. Esta imagem que é dada da cidade ajuda a compreender, antes de mais, a diferença de dimensão entre a cidade que hoje se conhece e a cidade deixada pela colonização portuguesa; se a cidade era infinitamente mais pequena, então já começa a parecer mais normal que a herança patrimonial devesse ser adequada e pensada para uma cidade de 15 mil habitantes e não para uma cidade de mais de 300 mil. Em 1975, quando em Portugal se vivia o período quente da revolução, em Timor estalava uma curta, mas sangrenta guerra civil, que opôs diferentes forças políticas que então surgiram; nesta altura, o pai de José Francisco Soares foi morto pelas FALINTIL. Taur Matan Ruak, em nome dessa força militar, pediu desculpa, sendo esse um dos momentos de maior comoção da palestra e revelador da força anímica deste povo que ainda hoje está em processo de reconciliação. A palestra prosseguiu com novas informações sobre o período que se seguiu a 1975, após a saída definitiva dos portugueses de Timor-Leste. A 7 de dezembro de 1975, a Indonésia invadiu o território, dando início a uma ocupação violenta que se prolongou por mais de duas décadas. Taur Matan Ruak, bem como o académico e antigo deputado Vicente Soares Faria, partiram para as montanhas, local privilegiado escolhido pela resistência timorense: “Não tínhamos experiência de guerra, tivemos de
O Departamento de Línguas da Escola Portuguesa de Díli dinamizou mais uma edição do “Projeto Debates”, uma iniciativa dirigida aos alunos do ensino secundário que promoveu o pensamento crítico, a argumentação e a participação cívica através da discussão de temas atuais e relevantes para a sociedade contemporânea. Participaram nesta atividade as turmas do 11.º A, 11.º B, 12.º A e 12.º B/C, envolvendo os alunos em diferentes fases de debate e reflexão. Nas semifinais, os alunos do 11.º ano discutiram o tema “Redes Sociais e Idade Mínima”, analisando a possibilidade de Timor-Leste estabelecer uma idade mínima legal para o acesso às redes sociais. Já os alunos do 12.º ano debateram “Turismo e Preservação Ambiental”, refletindo sobre a necessidade de limitar o desenvolvimento turístico para garantir a proteção ambiental em Timor-Leste. A grande final reuniu as equipas apuradas do 11.º e 12.º ano num debate sobre “Inteligência Artificial e Pensamento Crítico”, procurando responder à questão: “O uso crescente da inteligência artificial está a enfraquecer o pensamento crítico dos jovens?” Ao longo da iniciativa, os alunos demonstraram elevada capacidade de análise, espírito crítico, respeito pelas opiniões divergentes e domínio dos temas debatidos, evidenciando competências fundamentais para a sua formação académica, pessoal e cívica. A equipa do 12.º A conquistou o 1.º lugar da competição, enquanto a equipa do 11.º A alcançou um meritório 2.º lugar. A Escola Portuguesa de Díli felicita todos os participantes pelo empenho, dedicação e qualidade das intervenções realizadas, bem como os docentes envolvidos na organização desta atividade, que continua a afirmar-se como um importante espaço de diálogo, reflexão e formação de cidadãos conscientes e participativos. #ProjetoDebates #PensamentoCritico #Cidadania #InteligenciaArtificial #Educacao #PCE #PlanoNacionalDasArtes #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
No dia 22 de maio, pelas 18h, realizou-se na Escola Portuguesa de Díli um animado Sunset Cultural, organizado pela turma do 8.º C, com o objetivo de proporcionar um momento de convívio e partilha entre alunos, professores e convidados, num ambiente marcado pela música, dança, gastronomia e diversidade cultural. Ao longo da atividade, os participantes puderam desfrutar de apresentações musicais, momentos de dança e diversas iniciativas de animação, num espaço cuidadosamente decorado com inspiração em diferentes culturas. O ambiente vivido destacou-se pela alegria, participação e forte espírito de comunidade. A iniciativa contou com a presença de vários elementos da comunidade educativa, contribuindo para o sucesso de um evento que promoveu não apenas o convívio, mas também valores como a cooperação, o respeito pela diversidade e o envolvimento ativo dos alunos na vida escolar. Para a turma organizadora, esta experiência revelou-se especialmente enriquecedora, permitindo desenvolver competências de criatividade, trabalho em equipa, responsabilidade e organização, num contexto de aprendizagem prática e colaborativa. #SunsetCultural #Cultura #Educação #Criatividade #TrabalhoEmEquipa #PNA #ProjetoCulturaldeEscola #PCE #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
No dia 23 de maio, a Escola Portuguesa de Díli, no âmbito do Projeto Escola Azul, realizou com grande sucesso a atividade de limpeza das praias de Areia Branca e do Cristo Rei, contando com uma colossal adesão de alunos, encarregados de educação e comunidade escolar. Desde cedo, centenas de participantes juntaram-se com entusiasmo e espírito de missão para contribuir para a preservação do ambiente marinho e para a sensibilização da comunidade sobre a importância de manter as nossas praias limpas. A atividade superou todas as expectativas e os objetivos foram amplamente ultrapassados. O sentido de respeito pelo ambiente levou muitos participantes, de forma espontânea, a percorrerem mais de dois quilómetros, apanhando todo o lixo que encontraram ao longo da estrada e bermas que ligam as duas Praias. Foi uma verdadeira lição de cidadania, cooperação e demonstração de que, quando a comunidade educativa é chamada a colaborar nas ações e projetos da escola, os objetivos são amplamente ultrapassados. Foi também, lançado aos participantes o desafio de separar as beatas de cigarro dos restantes resíduos recolhidos que foram reunidas num único “papa-beatas”, permitindo visualizar de forma concreta a verdadeira dimensão deste problema de saúde pública associado ao consumo de tabaco. Foram ainda distribuídos flyers explicativos da importância da preservação dos oceanos e da adoção de comportamentos mais sustentáveis. A Escola Portuguesa de Díli agradece profundamente a todos os participantes pelo empenho e dedicação demonstrados, bem como ao Banco BNU pelo apoio prestado nesta iniciativa e à coordenação do 1.º ciclo pela colaboração na dinamização da atividade. Juntos, Com Pequenas Ações, Construímos Grandes Mudanças #EscolaAzul #Oceano #Sustentabilidade #EducaçãoAmbiental #CidadaniaAtiva #PNA #ProjetoCulturaldeEscola #EPD #EscolaPortuguesadeDíli #RuyCinatti #TimorLeste
